JoAnInHaS falam no silêncioOoOo (:|:)

…e o que elas escrevem?!

.sms.

“Aqui na minha rede colorida, sol brilhante e céu azul… Pensando em tantas coisas, buscando me reorganizar, perseverar… Tentando saber o que sinto e decidir o que devo fazer com isso. Me perguntando também ‘será que te faço bem’? Como isso deve prosseguir? Que esperanças alimentar? Que sonhos constuir? Devo me permitir? E se…? Concluo algumas coisas, outras ficam indefinidas… Eu divagando, o céu ainda azul e você aqui em mim…”

(:|:)

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12 de maio de 2012 Posted by | Cotidiano, DiVaGaÇõEs | , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.farol.

Tuas luzes se apagaram quando eu mais precisei.

Fiquei sem rumo. Bati na rocha. Me machuquei.

Era noite. Não tinha a luz do sol.

Só podia me guiar pela luz do farol.

Mas tuas luzes se apagaram… quando eu mais… precisei.

 

(:|:)

 

17 de janeiro de 2012 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , , , | Deixe um comentário

.o.envelope.em.cima.da.mesa.

“Meus queridos,

sei que muitos jamais irão entender, sequer me perdoar. Mas não busco ser compreendida. Se nunca fui em vida, menos agora em morte.

Apenas lembrem-se das coisa boas que se referem a mim. Não peço perdão, não me sinto culpada.

Ainda nos encontraremos.

Adeus.”

(:|:)

16 de novembro de 2011 Posted by | Sem categoria | , , , , , | Deixe um comentário

.13.de.maio.de.2009.

_”Que Deus faça minha vida valer a pena! Isso é tudo!” – desabafou a menina.

(:|:)

11 de novembro de 2011 Posted by | Sem categoria | , , , | Deixe um comentário

.um.pensamento.de.segunda.

Sempre achamos que poderemos ficar mais dez minutinhos na cama, que teremos mais algumas horas para passear com aquele alguém, que poderemos enrolar mais três dias para responder um e-mail, que teremos mais um mês de férias. 

Sempre achamos que comemoraremos mais um aniversários no próximo ano e que faremos mais uma contagem regressiva na virada de ano novo.

Talvez, aconteça. Talvez, ilusão.

 

(:|:)

(280811)

7 de novembro de 2011 Posted by | Sem categoria | Deixe um comentário

.divagando.

O que dizer hoje? Nublado. Cinza. Dia novo.

O que fazer hoje? Um novo presente que ganho.

O que escolher, ou o que não escolher? Tem alguém me ouvindo?

Quero deitar nessa cama dura e dormir a tarde inteira… Tenho sono e obrigações. O que me faria mais saudável é ceder a primeira opção.

Mas, entrei no sistema. A segunda opção que cederei, hoje, também me escraviza.

Desafios foram feitos para serem vencidos. Então “cumprirei” meus desafios com um sorriso, pois “vencerei” todas as minhas obrigações. Ou seria o contrário?

E isso é o hoje. E isso é o tudo. E isso não é o que sou.

É apenas o que tenho de fazer. É o que escolhi para estenublado e cinza dia novo.

Ouviu bem? Alguém ouviu? Ou será que os menos medíocres cederam à cama e renderam-se ao sono vespertino?

E travesseiros também não são desafios?

(:|:)

10 de junho de 2011 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , , , | Deixe um comentário

.casualmente.

Estou aqui.

O céu é incrivelmente azul. As nuvens perfeitamente desuniformes.

Estou aqui.

(:|:)

31 de maio de 2011 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , | Deixe um comentário

.outono.

Esta é a primeira página de muitas que vêm pela frente. Quem dera conseguir escrever todos os dias de minha breve existência aqui. Isto nao é necessario. Todos os dias de minha vida já estao designados.

Contudo, as pessoas só terão de mim o que eu deixar escrito. O mínimo que eu deixar registrado será o máximo que de mim os outros terão.

O outono está chegando. Tudo está bem marrom agora. O vento é mais geladinho. O céu é mais intesamente azul.  Me sinto abraçada por Deus toda vez que meus olhos se fecham automaticamente que tento olhar pára o sol, que não tem mais nuvens para se esconder.

Ah! E as flores? As flores também são perfeitas pra mim. E elas virão, sim. Mas apenas na primavera. 

E antes disso virá o inverno. Galhos nus e secos. Frio congelante. 

Mas antes disso virá o outono. E este próximo outono também será mais uma página da história de minha vida. Da história que, diferente do outono, já começou.

(:|:)

29 de abril de 2011 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.o.neto.do.rio.

_E, eu, rio abaixo, rio a fora, rio a dentro, o rio…

Neste último sussurro o homem velho e magro da vida disse adeus. Nem era pra ser antes, nem era pra ser depois. Seja quando fosse, ali estaria seu sobrinho a segurar forte sua mão. Fazia meses que o rapazote mal dormia, comia ou ia para algum outro lugar. Ficava ali rodeando a cama, como que velando o moribundo. No começo a mãe lhe falava:

_Vai-te cuida da vida menino. Deixa teu tio morrer em paz!

O menino sem nem mexer o pescoço respondia:

_Ele só vai em paz se eu fica aqui em paz com ele.

Depois de dias ela desistiu. Melhor assim, ao menos ela ia ficar sem peso de culpa na cabeça por não estar ela mesma, conforme obrigação, ao lado do leito de morte de seu próprio irmão. Mas, coitada. Nem que em si ela quisesse fazer tal coisa haveria de conseguir. Olhar para o irmão só a fazia lembrar do próprio pai. E assim como ele definhava em pele, osso e cabeleira, assim ela lembrava da ultima imagem do pai; parecendo um fantasma dentro de uma canoa a subir e descer rio. Lembrança triste. Lástima perdida. Do pai nunca mais soubera, mesmo que se quisesse saber não se tinha a quem perguntar.

O ultimo que o vira no ano anterior era o homem que morto estava no quarto do filho. E algo aconteceu, que ninguém soubera o que, naquele ultimo encontro na beira do rio; e algo de nada bom era, porque o irmão foi-se embora de perto do rio e chegou na casa da irmã como quem vê aparição. E trazia um assombro no olhar e uma tristeza no coração, como que quem se decepciona consigo de si mesmo; a irmã perguntava, mas o irmão só dizia:

_Sou covarde, sou covarde, sou culpa, não sou curva, não sou rio. Não seu teu pai, sou teu irmão.

Sem nem entender o que dizia, às vezes ela insistia pra saber o que se aconteceu; mas os meses se passaram e ele só respondia assim até que um dia nem nada dizia. Depois também desistiu de comer e dormir, pelo menos ninguém o via ir-se deitar e quando o dia clareava já ele estava de pé. A culpa que ele dizia, pois por dentro certamente o consumia e de vez e outra vez ele balbuciava alguma coisa sobre o rio.

Mas agora cá estava o pobre homem morria tendo o sobrinho como testemunha de que seu coração morreu por causa do rio; de vontade de estar no rio ou de culpa por não estar não se podia assim muito bem se querer saber, porque morto ele já estava; mas que morreu pensando no rio isso se pode ouvir.

O sobrinho se doeu pelo tio; ele sabia da historia do avô que mandara fazer uma canoa e entrara nela rio adentro pra nunca mais sair, sabia que o tio ficara lá morando a margem do rio meio que a tentar cuidar do próprio pai. Mas o que ele não sabia ficou a saber quando meses antes o tio aparecera com aquela cara de estarrecido para vir morrer perto de alguma família e ele passou a escutar, as raras ou poucas, palavras que o tio dizia. Para ele, às escondidas, o tio contava as historias do avô e as historias dele mesmo, que tanto se misturavam que o sobrinho já não sabia o que era por certo lenda ou verdade, o que era acontecido e o que era apenas vontade de ter sido. Mas nessas e outras conversas, que eram bem em lá de vez em quando, o rapazote soube o que não sabia; pois a mãe pouco falava do causo, a avó quando viva só falava da falta que sentia do filho, viúva já a tempo bem antes se dizia. Por conta disso quando ouviu do próprio tio as historias do velho rio e do lendário avô ele mesmo ficou a saber aquilo que antes não sabia, ele era o neto do rio.

Depois de disso descobrir entendeu o que tanto lhe faltava na vida, e que mesmo que tentasse saber não conseguia por si só entender, mas finalmente esclareceu-se a mente do menino e como a noite que vira dia ele se fez saber que era o rio que lhe faltava.

Passou os dias do luto do tio, ele já se tinha decidido por si só; abraçou forte a mãe por conta que o pai nem em casa estava, disso dele não fazia falta porque devia estar a beber em algum lugar, por isso foi só dela que se despediu-se e disse que ia pro rio, e ela sem entender pensou que ele havia inventado de ir pescar com algum amigo pra distrair a tristeza da falta do falecido tio.

_Nem nada você tem. Nem canoa pra ir no rio.

_Canoa tenho sim. Meu avô deixou pra mim, nem pergunte como sei porque também não sei, mas sei que ela ta lá me esperando eu chegar.

A mulher passou a se dar conta do que havia de acontecer; só falou sem nem lembrar de onde tinha ouvido, e assim fez a historia se repetir:

_Ocê vai, ocê fique, você não volte.

E o rapazote só retrucou:

__E, eu, rio abaixo, rio a fora, rio adentro — o rio…

Devagar como o noivo que vai encontrar feliz a noiva no altar do matrimonio ele foi indo pela estradinha, a mãe se colocou aos prantos e ainda que vagaroso ia o filho e podia ouvi-la muito bem ela ainda tentou uma ultima súplica, coisa que faz mãe devota ao lar:

_Ocê não é rio menino!

Nem longe, nem perto ele estava, mas bem pode ouvir a mãe e deu-se conta que bem podia responder, parou de mansinho olhou pra mulher inconformada, mas seu coração não se doeu, só sentiu a coragem de ir e a alegria de responder:

_Nao sou rio. Do rio só neto sou.

E foi.

(:|:)

22 de julho de 2010 Posted by | Família, Fantasia | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.moço.

Tenho esperança de te ver outra vez. Oh! Como tenho essa esperança de te ver outra vez! Na verdade é tudo o que tenho! Tudo o que anseio… Te ver outra vez é tudo que me fará sorrir novamente!

(:|:)

1 de abril de 2010 Posted by | DiVaGaÇõEs, Romances | , , , , , , , , | Deixe um comentário

.ao.meio.dia.

Já era quase meio dia. Cecília havia pintado as unhas com um vermelho aberto e vibrante para a ocasião daquele dia. Preferiu um vestido de cor cru, algo mais neutro e suave. Assim, exagerou na maquiagem e na cor dos acessórios. Naquele dia preferiu dar atenção aos detalhes. Unhas, brincos, sombra, batom, sapato. Sim, usou aquele sapato lindo furta-cor que apertavam seus dedos. Mas era para algo tão especial que todo o esforço compensava.

Já era quase meio dia. Cecília ajustou a flor vermelha que prendia uma mecha de seu cabelo. Preferiu deixa-lo natural. Ondulados esvoassantes, como ela mesma dizia. O tom cobreado escuro de seu cabelo contrastava com o vermelho vivo da flor no cabelo, já a flor combinava com o vermelho vibrante das unhas. Enfim, coisa de mulher apaixonada.

Sim! Cecília toda bela e perfumada daquele jeito mais parecia a úlitma romântica do mundo. E talvez o fosse. Por fim, deu uma última olhada no espelho e respirou fundo enquanto o colocava dentro da bolsa. Tomou mais um fôlego e saiu do carro.

Já era quase meio dia. Cecília caminhou firme até o prédio. Suas pernas tremiam tanto que parecia que a qualquer momento ela iria despencar e ficar estirada no chão. Suas mãos, pés e costas suavam mais do que o normal. Sua respiração estava mais ofegante, estava com aquele terrível frio na barriga e o coração batia acelerado. É. Ela realmente estava apaixonada.

Já era quase meio dia. Cecília subiu dois lances de degraus até a porta do edifício. Ela trabalhava ali também. Mas começava apenas às duas da tarde. Estava bem adiantada, mas isso não era o mais importante. O mais importante viria logo mais, afinal já era quase meio dia.

Por fim, Cecília se ajustou próxima a porta central, bem ao lado do grande relógio-monumento que ficava à porta principal do prédio. O fluxo de entrada e saída de pessoas  pelas 3 portas do prédio era muito grande nessa hora. Mas ali era o lugar em que ela sempre ficava. Tudo já estava pronto. Ela estava linda mais uma vez, e principalmente no lugar certo e na hora certa, segunda sua própria teoria.

Já era quase meio dia. Os olho de Cecília se fixaram em um ponto. Era ele. Ele vinha lá de dentro do edíficio. Sempre engravatado. Um empresário à rigor. Ele vinha como sempre, acompanhado de outros. Mas ele se destacava aos olhos ao coração de Cecília. Ele vinha com pressa, conversando. Hoje até estava rindo um pouco, geralmente vinha mais sério, sempre tratando de negócios.

Agora sim. Já era meio dia. A hora exata. O momento único em que ele passava por ali, virava a cebeça para a esquerda para conferir hora do relógio-monumento com seu relógio de pulso. E nesse meio termo, ele via Cecília. Porque ela sempre estava lá, ao meio dia. Ela dizia “Oi” e ele a olhava rapidamente, acenava levemente com a cabeça para aquela desconhecida e verificava seu relógio de pulso.

Tudo muito rápido, nehuma palavra dele, nehum aceno com a mão, nenhum abraço caloroso. Apenas um leve balançar de cabeça desinterissado, descompremetido e indiferente. Mas para Cecília era um momento singular. Meio dia era o momento alto do seu dia, onde ele a olhava por um breve segundo, quando ele era obrigado a perceber que ela existia. E mesmo que ele não percebesse e a cumprimentasse apenas por educação, ela não se importava. Pois amanhã seria outro dia: a esperança de um novo meio dia.

(:|:)

 

15 de fevereiro de 2010 Posted by | Conto de Fadas sem Fadas, Romances | , , , , , , | Deixe um comentário

.poema.de.despedida.

Mui em breve, logo, logo,

nessa doce e pura água

Com alegria eu afogo

essa errante e triste mágoa.

 

Que aperta o coração

e não me deixa viver,

Me enche de ilusão

e  me faz perecer!

 

Num mastro, com um nó,

uma corda eu coloco.

Sem saber bem porquê

aos poucos me sufoco.

 

Louco e impensante,

de tanto beber eu giro.

Depois vou para rua,

e de baixo de um burro me atiro.

 

“Agora vou morrer,

pois não tenho mais fé!”

Então tiro meu sapato

e cheiro meu chulé.

 

Me afogo e tento

me sufocar.

E depois de tudo isso

não consigo me matar!

 

E já sem esperança,

do mundo me despeço.

Mas não chores por mim, querida,

pois amanhã recomeço!

(:|:)

10 de fevereiro de 2010 Posted by | Obsessivos, Psicóticos | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.confissões.

Quem disse que o amor é feito de pétalas vermelhas?

Quem disse que não é?

Não sei, nunca amei com amor de mulher.

Sei que é cedo demais para assumir as responsabilidades de u mpuro e verdadeiro amor.

Seja por quem for.

P.E. 16 anos

(:|:)

7 de fevereiro de 2010 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , | Deixe um comentário

.novamente.devaneios.

…E assim resolvi escrever. Com letras maiores que o normal. Porém, com frases mais curtas e evasivas. Não há nada que eu realmente queira fazer nem dizer. Hoje queria somente um gesto de carinho. Na verdade um aperto de mão bem forte já me deixaria bem satisfeita. Mas, enfim, nem sempre temos tudo o que queremos. E, assim, resolvi escrever.

(:|:)

4 de fevereiro de 2010 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , | Deixe um comentário

.destinatários.

Araquari, 7 de março de 2006.

Querido Arthur,

me sinto culpada por tudo o que aconteceu, ou quase aconteceu, não sei direito. Primeiro porque propus em meu coração não beijar alguém sem ter um compromisso com essa pessoa. Propus que beijar alguém não seria um passatempo para mim. Segundo porque sei de suas fraquezas e deveria te ajudar a ficar longe disso e não fazer coisas que te façam voltar às velhas tentações.

Estou confusa e sei que você também está. Não quero te ferir, porque sei que você já foi muito magoado e sei que há coisas e sentimentos que pertubam e incomodam dentro  de você.

Estou confusa, mas sei bem o que quero e idealizo. Gosto do seu perfurme. Gosto quando você “adivinha” o que eu penso ou quero falar. Gosto quando estamos a sós e sua atenção é só para mim. Gosto muito quando você me abraça sem pressa; eu me sinto segura. Gosto quando você fala olhanedo nos meus olhos e às vezes para meus lábios. Gosto quando você tenta me beijar. Gosto sim! Não entendo muito disso, mas acho que são coisas que as mulheres gostam…

Você merece alguém que te abrace por completo e que te beije por inteiro… Não que eu não queira fazer isso, (na verdade eu ainda gostaria de te pegar no colo e te cobrir com ternura), mas eu não consigo. Não sou de “ficar”. Não sou garota de momentos. Não sou de dar beijinhos às escondidas. Não sei jogar esse jogo. Esse jogo de sedução. Esse jogo de conquista. Eu não sou disso… Eu não sei ser assim.

Como poderia te beijar e depois ter que ouvir você dizer: “Eu sou livre e desimpedido e elogio a garota que eu quiser, ou tento beijar quem eu quiser”? Como poderia me entregar a você depois não ter direitos sobre você? Eu ainda exijo exclusividade, Arthur. E você ainda não está pronto para me oferecer isso.

Por este movito, hoje, você não é o que eu quero nem o que idealizo. Pelo simples ou complexo  fato de você não querer ou não conseguir ser de uma somente, ou justamente por você ser de uma e de todas as outras que estiverem afim. Ah! Tenho vontade de bater em você! Você merece uma surra, isso sim!

Você diz que vai mudar, mas ainda não mudou. O que eu vejo hoje, é o que eu verei amanhã e depois e depois e depois… Não sei o que você precisa para muadr. Não sei o que te falta ou talvez o que te sobra. Só sei que não posso fazer planos com um Arthur assim: que é meu só pela metade; que se entrega só no momento; que deixa seus olhos se encherem com a beleza das outras também; que não se importa em dar uns beijos nas erradas enquanto não encontra a certa; que não tem medo de se envolver mas não quer assumir um compromisso; que não pensa no depois, nem na consequencia de um beijo. Não consigo fazer planos com um Arthur assim!

Porque um casamento não sobrevive só com beijos e noites de paixão. Precisa haver confiança e fidelidade total. Exclusividade completa. Entrega em todos os sentidos, desde às palavras, os olhares e às atitudes. Você ainda não está pronto para isso!

Ainda não estás pronto para saber que existem e sempre existirão mulheres atraentes à sua volta e para, mesmo assim, permitir que só uma preencha teu solhos e teu coração.

Arthur, quando você mudar isso e quando você estiver pronto para ofereer exclusividade à uma somente, então eu acho que também estaria pronta para te abraçar por completo e te beijar por inteiro.

Só sei que assim como está não é possível! Às escondidas não me traz satisfação, porque também não me daria o direito de exigir sua atenção em público e de dizer às outras que você é somente meu. Às escondidas não tenho direito algum.

Claro que quando você mudar, talvez eu não esteja mais “disponível”. Mas mesmo assim eu vou querer saber. Pois eu quero me alegrar ao saber de sua decisão de ser de uma apenas, com toda exclusividade. Não importa quem for ela. Se eu ou outra.

Quando eu disse que queria ficar com você, era verdade. Tentei, mas não consegui. Imagino que depois disso você, provavelmente, não vai tentar me beijar novamente. Mas, eu ainda quero, ou melhor, preciso da tua amizade. Preciso de você!

Vou tentar me contentar com seu beijos de amigo, de agora em diante. Acho que eles são suficientes para manutenção de uma amizade.

Desculpe por não ser mais clara e objetiva. Desculpe por não conseguir falar com toda facilidade que você faz, somos diferentes, né? E, desculpa, por ter que escrever tudo para não esquecer de nada.

Sei que você me entendeu, você é muito inteligente, Arthur! Desculpa por deixar você chegar tão perto dos meus lábios e por não conseguir retribuir esse carinho.

Desculpa por ser tão “certinha” ou “pura” como você disse uma vez. Desculpa por te deixar confuso e por te enrolar ou por me enrolar para dizer tudo isso.

E, antes de terminar, obrigada Arthur! Por ser meu amigo acima de tudo. Muito obrigada mesmo!

E, então?! Vamos ser amigos?!

Ternamente, Lola.

(:|:)

2 de fevereiro de 2010 Posted by | Romances | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.carazinho.

Sabe aquela árvore… Logo ali no gramado? Quem a plantou? E por que ela está ali? Ela é tão convidativa… Tão simples. Solitária. Tão ela… Tão árvore! Será que ela pensa? Será que sente? Será que fala? Será que ouve? Será que abraça?

|18|fevereiro|2009|

(:|:)

31 de janeiro de 2010 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , | Deixe um comentário

.em.holândes.

Krijg binnenkant van je kleine wereld | Hij heeft een geschenk voor u klaar hier | Als u de deur naar eenzaamheid open gaat weg | Ah! baby, en je het mij vraagt: | ‘Als ik de deur zal er licht buiten open?’ | En ik zeg, | ‘Oh, nou, ontdek je dat’ | de deur open. | Neem het risico. | Erase de abajour en kom zie het licht van de maan.

(:|:)

27 de janeiro de 2010 Posted by | Romances | , , | Deixe um comentário

.em.português.

Sai de dentro deste seu mundinho | Tem um presente te esperando aqui fora | Se você abrir a porta a solidão vai embora | Ah! meu bem, e você me pergunta: | ‘Se eu abrir a porta haverá luz lá fora?’ | E eu te respondo: | ‘Ah, meu bem, descubra voce mesmo’ | Abra a porta. | Corra o risco. | Apague o abajour e venha ver a luz da lua.

(:|:)

22 de janeiro de 2010 Posted by | Romances | , , , , | Deixe um comentário

.sem.título.

Já era tarde

Tarde demais

Corri pra pegar o trem e ninguém

me disse qual era o lado certo

do disco que vovó ouvia

Ouvia a chuva que caía

Caía e levantava e caminhava e sonhava

com um beijo, um beijo seu

Seu olhar me disse que você me amou

e ainda ama, mas agora já era

Era tarde demais

 

Eu não sei o que você pensa

e nem quero saber,

nem quero saber,

nem quero entender.

 

Mude de ritmo, de rumo e de rima

Contudo, sobretudo e acima de tudo

mude também.

(:|:)

19 de janeiro de 2010 Posted by | Realidade | | Deixe um comentário

.a.velha.fofoqueira.

“O menino correu do outro lado da plataforma para cá. Eu bem vi. Ele queria alcançar a menina do outro lado. Mas acho que ela não deu muita bola pra ele, não; porque ele chamou por ela e ela deu uma olhadinha pra trás e só. Continuou a caminhar no mesmo ritmo. Ele teve que se apressar mais para alcançá-la. Acho que no fundo, no fundo, ela estava gostando daquela atenção. Isso foi ali. Eu bem vi.”

(:|:)

19 de janeiro de 2010 Posted by | Cotidiano | , , , , , , , | Deixe um comentário

.feh.

Não, não, não.
Não sou daqui, tenho certeza disso.
O lugar de onde vim ainda nãO existe.
Quando eu abrir a porta haverá luz lá fOra?

Pense bem.

(:|:)

17 de janeiro de 2010 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , , , | Deixe um comentário

.nada.mais.que.isto.

Não parava de chover naquele domingo. Era uma chuva silenciosa e teimosa. O céu cinzento. Tudo muito quieto. Nada como como ficar assitindo filmes, comendo  pipoca e chocolate e desfrutar da presença dos amigos. Era um daqueles dias em que ficar entocado dentro de casa com pessoas maravilhosas era suficiente, nada mais que isto.

Tácia abriu um pouco a janela para o ventinho frio entrar na sala. O céu ficou mais carregado e a chuva levemente mais grossa. Na televisão o triller de um filme de ação começava a passar e o microondas apitou avisando que a pipoca estava pronta.

Ela correu até a cozinha e despejou a pipoca numa bacia enorme. Pegou todos os chocolates que estavam na geladeira. Se aconchegou no sofá com aquele monte de almofadas em sua volta. Tudo estava perfeito demais naquele dia chuvoso.

Se não fosse o fato de ela não ter amigos, ela com certeza teria sorrido quando o filme começou.

(:|:)

11 de janeiro de 2010 Posted by | Cotidiano, DiVaGaÇõEs, Realidade | , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.bem.aqui.

Minhas unhas estão azuis. Comi salgadinho e tomei sorvete. Desenhei uma flor e escrevi 3 cartas para a mesma  pessoa. Me pediram perdão e eu perdoei. Não tirei o esmalte azul das unhas. Tomei banho de mangueira. Falei ao telefone mais vezes que o comum. Li um pouco dos 4 livros que estou lendo. Abracei meus pais. Beijei meus sobrinhos. Parei para sentir o vento no rosto. Ri de besteirinhas e ri mais um pouco. Mesmo com o esmalte azul você ainda estava e está nos meus pensamentos.

(:|:)

3 de janeiro de 2010 Posted by | DiVaGaÇõEs, Romances | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

.ano.novo.

Ao decorrer dos anos podemos perceber como o tempo passa rápido.

Livros abertos, folhas ao vento e tudo se vai…

Por isso, a cada passo, um novo brilho no olhar.

A esperança de um amanhã melhor que talvez chegará.

Pois assim é, assim sempre será!

(:|:)

31 de dezembro de 2009 Posted by | 1 | , , , , , , | Deixe um comentário

.feliz.natal.

***

_ Ele é assim. E é por isso que nós o amamos tanto. Ele sempre diz que a gente tem que levantar cedo pra resolver a vida, e todo dia as 5 da manhã ele levanta… Sem despertador, é claro. E eu espero que ele goste do meu presente, né? Mário, você é meu amigo secreto!

***

_ Querida, ainda tenho muitas coisas pra resolver aqui. Diz para as crianças abrirem os presentes sem mim… Eu sei, eu sei… Mas é por causa desse emprego que temos nossa casa nova, e a melhor escola para as crianças, e todos esses presentes… Por favor, meu amor, não vamos discutir agora. Em uma hora estarei em casa…Prometo. Te amo… Feliz Natal.

***

_ Posso te pagar uma bebida?

_ Por favor.

_ Uma jovem tão bela não deveria estar sozinha na noite de natal.

_ Este é o clube dos solitários, quem não tem ninguém vem pra cá enquanto os outros abrem presentes e sorriem felizes com suas famílias.

_ Percebeo uma mágoa aí.

_ Simplesmente não gosto de natais.

_ O que você não gosta é da solidão.

_ E você é meu anjo-da guarda que veio me salvar de mais um natal chato e deprimente.

_ Acho que não.

_ Oh! Mais uma frustração… Hahaha.

_ Então você realmente não tem ninguém na vida?

_ Não.

_ Tem certeza?

_ O marido da minha irmã a traiu há 3 anos atrás. Ele se arrependeu de verdade. Ela o perdoou.

_ E…?

_ E a mim também.

_ Uh!

_ Mas eu não me perdoei. E faz 3 anos que não falo com ela. É melhor pra todos.

_ Tenho certeza que ela está infeliz com isso.

_ Quem é você pra ter certeza sobre qulaquer coisa a respeito da minha vida? Aposto que você também tem alguém perdido por aí.

_ Tenho mesmo. Uma filha de 7 anos. Mas ela está bem feliz com seus milhares de presentes. O padrasto dela é muito rico.

_ E eu tenho certeza que o melhor presente pra ela seria uma ligação tua, um abraço teu.

_ Será que eu posso te dar um beijo?

_ Só se for agora.

***

_ Me passa o tomate.

_ E ele tá amassado?

_ Gente esse peru tá desmanchando… Muito bom!

_ Oh, não toma toda a coca.

_ Mas você já repetiu e eu não.

_ Calma! Tem mais lá no freezer gente!

_ Ai! Quemei minha boca!

_ Me dá o arroz.

_ Pessoal! Quero aproveitar pra dizer que estou muito feliz por todos estarem aqui. Eu agradeço a Deus por ter a oportunidade de ter meus 5 filhos e minha esposa querida sempre ao meu lado. Este é úm dia especial e fico muito contente por todos aqui. Feliz natal pra nós!

***

_ Por favô tio, me dá uma moedinha. Quero come alguma coisa hoji. É natal e eu queria levá umas bolachinha de natal pá minha mãe. Já tá  noitecendo e eu vô pá casa. Não vou gastá com coisa feia não, tio. Quero dá um presenti pá minha mãe. Só uma moedinha, tio, e eu já tô feliz… Não tem não, tio? Taum tá. Brigado mesmo assim,tio. Feliz natal po sinhô.

***

(:|:)

 

18 de dezembro de 2009 Posted by | Cotidiano, Realidade | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.o.que.é.o.nada.?.

Todos estão andando pelas ruas fingindo estarem distraídos.

Estão buscando alguma coisa. Procuram desesperadamente, mas niguém corre. Ninguém sabe o nome daquilo que procura.

Há uma falsa sombra debaixo dessa árvore, não há como se esconder.

As crianças, sim, estão distraídas. Elas não procuram alguma coisa, a não ser pedrinhas naquele mato que alguns ainda chamam de grama.

Ninguém escolhe a cor dos próprios olhos. Mas todos podem escolher com que cor verão o mundo.

Porque, na verdade, niguém está distraído. Todos estão com os olhos bem abertos… Procurando.

E estas palavras não estão simplesmente soltas ao léu. Estas palavras estão contando uma história; e ela já começou.

Preste atenção.

(:|:)

15 de dezembro de 2009 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comentário

.No.Reino.das.Alparcas.Sobressalentes.

((Em Breve)))

13 de dezembro de 2009 Posted by | 1 | Deixe um comentário

.fagulha.de.um.desejo.

Hoje sonhei com você novamente. Aquele vestido azul de seda estava todo amarrotado e você nem aí pra isso, como sempre. Eu chegava bem perto de você, tão perto que podia sentir o cheiro do seu cabelo, tão perto que podia tocar seus lábios com os meus. Mas você não deixou. Você correu, correu muito, correu pra bem longe. Simplesmente fugiu. Queria te ter perto, mas nem em sonhos isto parece possível.

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12 de dezembro de 2009 Posted by | Fantasia | , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.quem.sabe.?.

Alberto parecia distraído. Mas na verdade estava concentrado. Ele sabia o que devia fazer, mas lhe faltava coragem. Eram 16:50 e logo eles viriam para fora e ele teria que encará-la. Tantas coisas lhe passavam pela cabeça. Como seria a reação dela? Será que ele conseguiria falar? Será que ela iria querer ouvir? Quem sabe?

Ele estava apreensivo. Esgueirou-se para mais perto do portão. Tentava ensaiar um discurso, mas sabia que não iria funcionar. Pensou em ir embora várias vezes. E se ela nem olhasse para ele? E se ela o odiasse mais ainda? E se…? E se…? Quem sabe? Eram tantas perguntas. Ele suava frio. Estava ofegante.

18 horas! O sinal tocou e Alberto respirou fundo. Era agora ou nunca. Não havia mais escapatória.

As crianças começaram a sair do prédio frenéticas. As menores corriam para encontrar seus pais lá fora. As mais velhas saiam caminhando mas numa algazarra incontida. Era sexta-feira e o final de semana prometia um calor digno de praia.

Contudo, Alberto não pensava em nada disso. Só conseguia olhar assustado de um lado para outro procurando por ela. Aquela por quem ele daria a vida. Aquela que era o grande e único amor de sua vida.

Então ela surgiu. Linda. Cabelos loiros brilhantes, presos pretenciosamente num rabo de cavalo impecável. Ela vinha com uma colega, riam de alguma coisa. Um beijo na face e se separaram. A colega foi para um lado e ela foi para o outro. O outro lado onde estava Alberto a esperá-la. Mas ela ia distraída, queria logo chegar em casa e iria passar direto se ele não a chamasse. Quase lhe faltou coragem, mas ele o fez:

_ Albertina!

Ela parou. Viu Alberto bem ao seu lado. O sorriso se perdeu. O maxilar ficou firme, tenso, expressão séria. Ficou muda.

_ Oi Tina.

Ela engoliu em seco, ele também. Ela ficou imóvel, ele se mexia nervoso.

_ Eu… Errr… Não sei se foi uma boa idéia. Sei que já fazia tempo, desde a última vez. Mas eu precisava vê-la para contar que..

_ Você está sóbrio pelo menos?

Ela perguntou secamente, sem rodeios, sem voltas, sem pudor.

_ Claro. Eu jamais faria isso… Outra vez. Eu mudei muito e até já…

_ O que você quer?

Alberto estava ficando mais nervoso. As coisas estavam tomando um rumo mais difícil do que ele pensava. Mas tentou se manter firme.

_ Eu quero contar que já faz 11 meses e 12 dias que não bebo, e já faz 5 meses que consegui um emprego. Aluguei um apartamento e consigo manter ele limpo e organizado, e… Olha, minhas unhas estão sempre cortadas e limpas agora.

Albertina não disse nada, mas sua expressão suavizou.

_ Não sei se isso faz alguma diferença pra você, mas…bem… Pelo menos você não precisa mais ter vergonha de ter um alcoólatra por perto.

_ Preciso ir, Alberto. É só isso?

_ É. Na verdade não. Tina, eu queria te convidar para almoçar comigo na quinta. É meu dia de folga e eu pensei, se, talvez…

_ É seu aniversário, Alberto.

_ É, também tem isso. Você não esqueceu, eu pensei que…

_ O que você quer de presente, Alberto?

_ Nada. Só quero você, Tina.

Albertina respirou fundo. Ela não esperava nada daquilo em plena sexta-feira. Apesar de estar assutada com o repentino surgimento de Alberto, no fundo, estava feliz. Queria abraça-lo, beijar-lhe a face, mas seu orgulho era maior que sua vontade no momento. Alberto cortou o silêncio:

_ Então eu te pego em casa…

_ Não. A gente se encontra no “El Cheff” às 11 horas de quinta.

_ Ah, sim. Se for melhor pra você. Claro!

_ Ótimo.

Albertina deu alguns passos para ir. O riso guardado lá dentro, a alegria bem contida dentro de si. Alberto estava pasmo, e mais que feliz. Realiazado. Satisfeito. Mas ainda faltava algo, por isso não deixou de tentar.

_ Albertina!

Ela voltou-se já há alguns metros de distância.

_ Obrigado… Ah! Quem sabe, até lá, você possa me chamar de pai outra vez.

Ela deu de ombros e respondeu:

_ É. Quem sabe?

Albertina virou-se outra vez e continuou caminhando. Alberto se sentia nas nuvens. O “talvez” era o melhor presente de aniversário que ele já havia recebido de sua preciosa filha.

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9 de dezembro de 2009 Posted by | Família, Realidade | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.discussões.

_ Tudo ainda é muito recente.

_ Eu sei, eu sei. Mas não temos o que esperar. Não há razão disso. Eu já sei bem o que quero.

_ De novo essa história? Você já percebeu que é sempre você que já sabe o que quer, que é sempre você que já está decidido, que é sempre a sua vontade?

_ Do que você tá falando? Eu tô pensando no melhor para nós. No que é mais conveniente.

_ Só se for no mais conveniente para você. Tudo é muito recente. Não vou me precipitar assim outra vez, Joel!

_ Não vai se precipitar? Você está fugindo da situação, isso sim. Só pra não tomar decisão alguma agora. Você está se esquivando. Dando mais uma de suas desculpinhas idiotas!

_ Como é que é? Você acha que eu tô fugindo de tomar uma decisão?

_ E não está?

_ Você decide tudo sozinho! Nunca pede uma opinião! Quando eu fico sabendo já tá tudo decidido por você! Sempre você e seu esgoísmo! Não vou mais falar sobre isso!

_ Vai fugir de novo e eu que sou egoísta?

_ Já chega, Joel!

_ Vai fugir como seu pai, não é?!

_ CALA BOCA!!! Meu pai não tem nada a ver com essa história! Que DROGA, Joel! Seu estúpido!

_ Pára de gritar. Você deve estar ficando louca mesmo!

_ Eu te ODEIO, Joel! Sabe por que tudo isso aconteceu? Porque você é um covarde! Um frouxo!

_ CALA BOCA, sua idiota!

_ Me esquece! Eu te ODEIO!

_ Volta aqui e me escuta! Isso não pode ficar assim!

_ …

_ VOLTA aqui e FALA comigo!!! Que DROGA!!!

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6 de dezembro de 2009 Posted by | Cotidiano, Realidade | , , , , , , , , | Deixe um comentário