JoAnInHaS falam no silêncioOoOo (:|:)

…e o que elas escrevem?!

.nada.mais.que.isto.

Não parava de chover naquele domingo. Era uma chuva silenciosa e teimosa. O céu cinzento. Tudo muito quieto. Nada como como ficar assitindo filmes, comendo  pipoca e chocolate e desfrutar da presença dos amigos. Era um daqueles dias em que ficar entocado dentro de casa com pessoas maravilhosas era suficiente, nada mais que isto.

Tácia abriu um pouco a janela para o ventinho frio entrar na sala. O céu ficou mais carregado e a chuva levemente mais grossa. Na televisão o triller de um filme de ação começava a passar e o microondas apitou avisando que a pipoca estava pronta.

Ela correu até a cozinha e despejou a pipoca numa bacia enorme. Pegou todos os chocolates que estavam na geladeira. Se aconchegou no sofá com aquele monte de almofadas em sua volta. Tudo estava perfeito demais naquele dia chuvoso.

Se não fosse o fato de ela não ter amigos, ela com certeza teria sorrido quando o filme começou.

(:|:)

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11 de janeiro de 2010 Posted by | Cotidiano, DiVaGaÇõEs, Realidade | , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.plinc.plinc.plinc.

Plinc, plinc, plinc, faz a chuva sem parar.

Plinc, plinc, plinc, se chova lá fora aqui dentro vai molhar.

Plinc, plinc, plinc, no teto tem goteira.

Plinc, plinc, plinc, a parede vira cachoeira.

Plinc, plinc, plinc, eu não tenho guarda-chuva.

Plinc, plinc, plinc, só tenho bota e um par de luva.

Plinc, plinc, plinc, olha o raio e o trovão.

Plinc, plinc, plinc, eu não tenho medo não.

Plinc, plinc, plinc, faz a chuva no telhado.

Plinc, plinc, plinc, já estou todo molhado.

Plinc, plinc, plinc, o sol já vai voltar.

Plinc, plinc, plinc, é o som que vai ficar.

Plinc… Plinc… Plinc…

(:|:)

28 de novembro de 2009 Posted by | Cotidiano | , , , , , , , | Deixe um comentário

.guardachuva.sem.chuva.chuva.sem.guardachuva.

_Olha o guarda-chuva! Olha o guarda-chuva!

Gritava o menino na rua tentando vender guardar chuvas para garantir ao menos seu lanchinho da tarde.

_Eu não preciso disso moleque! Saia da minha frente!

Disse o empresário engravatado que passava apressado no meio da multidão.

O dia estava quente e abafado, a chuvarada no fim da tarde foi inevitável. O empresário no fim do expediente correu ao lugar onde o menino outrora tentara lhe vender um guarda-chuva.

Com o temporal, o menino vendera todo seu estoque, garantiu seu lanche e pode ir para casa mais cedo. E o empresário teve que  ir para casa ensopado com um resfriado garantido para o fim de semana.

(:|:)

29 de março de 2009 Posted by | Cotidiano | , , , , | Deixe um comentário