JoAnInHaS falam no silêncioOoOo (:|:)

…e o que elas escrevem?!

.farol.

Tuas luzes se apagaram quando eu mais precisei.

Fiquei sem rumo. Bati na rocha. Me machuquei.

Era noite. Não tinha a luz do sol.

Só podia me guiar pela luz do farol.

Mas tuas luzes se apagaram… quando eu mais… precisei.

 

(:|:)

 

17 de janeiro de 2012 Posted by | DiVaGaÇõEs | , , , , , , , | Deixe um comentário

.joaninhas.

Joaninhas são joaninhas.

Joaninhas são pequenininhas.

Joaninhas são quietinhas.

Joaninhas são vermelhinhas.

Joaninhas são sozinhas.

Joaninhas são redondinhas.

Joaninhas são joaninhas.

(:|:)

9 de setembro de 2009 Posted by | Animais Falantes, Realidade | , , , | Deixe um comentário

.uma.outra.história.

Era uma vez uma formiguinha. Forte e pequenininha. Ia e vinha, pra lá e pra cá, sempre contribuindo com o bom funcionamento do formigueiro.

Mas essa formiguinha era diferente. Ela tinha o sonho de viajar pelo mundo. Conhecer outros lugares. Outras formigas. Ela queria ir além de seu formigueirinho limitado.

Foi então, que um dia, quando ela estava caminhando na fila das formiguinhas com um grande pedacinho de folha verde  em suas costas, uma borboleta aterrisou ali perto. Ela era grande, com asas vibrantes e coloridas. A formiguinha ficou encantada. Largou sua folhinha e correu até a borboleta.

Se aproximou tímida sem saber o que dizer. A formiga, que já era pequena, se sentia ainda mais minúscula perto da borboleta. A borboleta virou-se para ela e sorriu:

_Farei uma longa viagem. Sou o único inseto capaz da atravessar o oceano. Quer vir comigo?

A formiguinha nem acreditava que havia recebido um convite desses. Era sua oportunidade de conhecer o mundo e atravessar o oceano, (seja lá quem fosse esse tal de ocenano de quem ela nunca tinha ouvido falar).

_Eu quero! Quero muito!  – Respondeu a formiga feliz e entusiasmada.

Então a formiga subiu nas costas da borboleta e se segurou bem. A borboleta começou a voar pelo jardim. Apesar do frio na barriga, a formiguinha achou tudo aquilo maravilhoso e só conseguia sorrir ao pensar que seu sonho estava sendo realizado.

Lá em baixo a fila de formigas trabalhadoras seguia normalmente, a não ser por aquela parte do percurso que elas desviavam em torno de um grande pedacinho de folha verde que ficou esquecido no caminho; e que mais tarde seria confundido com uma joaninha verde por um joaninho apaixonado. Ma isso já é outra história.

(:|:)

30 de abril de 2009 Posted by | Animais Falantes | , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.psicose.paranóica.induzida.

PARTE III

Os pesadelos eram cada  vez mais constantes. Dormir agora era algo sofrível. Com medo dos sonhos estranhos que tinha toda noite a jovem fazia o possível para dormir o mínimo necessário. Isso a deixava fraca. Dormia mal e quase não tinha força para aguentar a correria dos dias intensos de trabalho. Contudo, parecia não haver outra saída.

Portanto, passou as poucas horas que ainda tinha para descansar acordada. Leu um pouco, assitiu Tv, comeu alguma coisa e voltou para a janela onde ficou a observar o dia que começava a clarear. Que alívio! Foi tomar um banho bem gelado, para despertar e ficar ativa durante o dia. Vestiu seu uniforme cinza, comeu nada mais que uma maçã e foi trabalhar.

Ainda era cedo. Seis horas da manhã. Seu expediente começa às oito horas. Caminhou pela calçada. As ruas ainda estvam vazias e a cidade começava a despertar. Entrou numa padaria há dois quarteiroes do seu apartamento:

_Levantou cedo hoje, querida?

Perguntou uma garçonete já de certa idade que vinha para atende-la toda sorridente:

_É, pois é!

O rosto daquela senhora não lhe era estranho. Mas ela não conseguia lembrar de onde a conhecia.  A senhora a tratou de forma tão familiar, mas ela nunca a tinha visto antes. Nem na padaria nem em nenhum outro lugar. A jovem exitou, mas por fim perguntou:

_Desculpe, mas… já nos conhecemos?

A senhora que servia café para ela disse sorrindo:

_Com certeza não, querida. Claro que não.

A jovem franziu a testa e forçou um sorriso também. Olhou para a xícara com café e disse:

_Hei! Eu não pedi café…

A garçonete voltou-se para ela e replicou cordialmente:

_Mas é o que você quer tomar essa manhã, não é meu bem?

E era. A jovem estranhou aquilo tudo. Aquele jeito gentil da senhora garçonete a irritou. Tudo parecia um de seus sonhos esquisitos.

“Mas estou acordada!” Foi o que pensou ao deixar o dinheiro no balcão e sair da padaria sem nem olhar para trás. As ruas começavam a ganhar vida. E a sintonia de carros e pedestres começava a ganhar ritmo. Atravessou a rua e caminhou até a praça bem no centro da cidade. Ainda tinha tempo para caminhar pouco por ali. Foi o que fez. Seguiu por uma ruazinha de baixo de árvores gigantescas. Parou diante do lago e sentou em um dos bancos de madeira. Tentou ler, mas não conseguia se concentrar. Suas pálpabras começaram a pesar.

De repente um gatinho branco surgiu as seus pés. Se esfregava entre suas pernas pedindo um carinho:

_Oi gatinho lindo!

Ela afagou a cabeça do gatinho que parecia sorrir para ela. Ele deu mais uma volta entre suas pernas e parou diante dela. Ficou a fitá-la. Ela estranhou o  jeito do gato. Tentou chamá-lo para si:

_Pssiu, vem aqui gatinho… Vem…

Foi quando um raio de sol fez algo no pescoço do gato brilhar. A jovem percebeu que ele usava uma coleira e se inclinou para ver o que estava escrito no pingente:

_’Diga adeus’?

Ela franziu a testa com estranheza olhando para o gato. Mas não teve tempo de fazer mais nada  e o gato já havia saltado em sua direção e lhe mordia o pescoço.

Ela sentia os dentes afiados do gato penetrar em seu pescoço. Tentou arrancá-lo fora deseperadamente. Quanto mais gritava, mais sentia uma dor terrivel. Sentiu o sangue escorrendo em seu pescoço e desmaiou.

_Hei moça, você está bem?

Quando a jovem abriu os olhos um menino a observava com os olhos arregalados. Ela rapidamente levou as mãos ao pescoço, mas tudo parecia normal.

_Você cochilou aqui e teve um sonho ruim, foi?

 Indagou o menino curioso e ainda assustado. Ela olhou para ele   constrangida e respondeu:

_É… foi.

De longe alguém chamou pelo menino e ele se foi.

A jovem levantou-se meio perdida. Ainda coma mão no pescoço respirou fundo. Juntou suas coisas  e se foi. Andou apressadamente da praça até a rua, e depois em direção ao escritório onde trabalhava. Sentia seu corpo lento e sua mente  cansada. Mas precisava manter-se bem acordada se quizesse ter um dia tranquilo e sem pesadelos para a incomodar.

A imagem da garçonete sorrindo e do gatinho branco a olhá-la, foram as últimas coisas em que pensou antes de entrar no elevador.

(:|:)

27 de abril de 2009 Posted by | Assassinatos, Obsessivos, Psicóticos | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.caminho.da.roça.

Lá no rancho ondi moro, no meu quirido sertão, tem um pasto, um casebre, uma vaca e um portão.

No pasto vive a vaca, no casabre vive eu; no portão entra e passa os peão amigo meu.

Di dia nois trabaia sem para pra discansar, e di noite tudo junto nois sentamo pra cantar.

Nossa vida é feita com isforço e suôr, purisso em cada coieta nois agradece o Bom Senhôr.

A vida lá na roça é dura e ardil, mas o sol é mais brilhanti e o céu é mais anil.

Prantamo todo dia e coiemo tambem, nossas prece com alegria termina sempre com amém.

Nada como a vida que si vive na lavoura, a recompensa é diária e as amizadi duradoura.

Vou parando por aqui di contar do meu sertão, falar dele me emociona no fundo do coração!

(:|:)

15 de abril de 2009 Posted by | Cotidiano | , , , , , | Deixe um comentário

.psicose.paranóica.induzida.

PARTE II

Quando a jovem abriu os olhos e percebeu que tudo nao passara de um sonho, sua respiração era ofegante, e sentiu seu corpo suado e tão dolorido que levou um tempo para conseguir levantar e caminhar até à janela. O vento era o único que lhe fazia companhia acariciando sua face. Lá fora tudo parecia solitário e monótono. E a noite estava fria e úmida…

(:|:)

7 de abril de 2009 Posted by | Assassinatos, Obsessivos, Psicóticos | , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.é.possível.

A menina tinha asas mas nao sabia voar. Até q um dia empurraram-na precipício a baixo…e uau! Ela nao deu com a cara no chão…Suas asas coloridas se abriram e ela vôou mto além das nuvens e dos pensamentos rasos e mediocres d todos os outros q sabiam q ela tinha asas mas lhe diziam q era um defeito na coluna!

 

(:|:)

22 de março de 2009 Posted by | Geral | , , , , , , | Deixe um comentário

.era.outra.vez.

Era uma outra vez e esse mesmo joaninho estava sobrevoando um jardim. Lá de cima ele viu uma joaninha verde e se apaixonou por ela.

Entao ele voou até ela e ao se aproximar viu que a joaninha verde na verdade era um pedacinho da folhinha de uma árvore que uma formiguinha deixou no meio do caminho. (E isso já é outra história).

Conclusão, o joaninho foi ao oftamologista e precisou usar óculos fundo de garrafa! E nunca mais confundiu fucinho de porco com tomada!

 

Fim!

 

(:|:)

18 de março de 2009 Posted by | Animais Falantes, Romances | , , , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

.era.uma.vez.

Certo dia um joaninho estava apaixonado por uma joaninha. Ele pediu ela em casamento e ela disse não! Então eles viveram felizes para sempre.

 

Fim!

 

(:|:)

18 de março de 2009 Posted by | Animais Falantes, Romances | , , , , , | Deixe um comentário

…TãO pEqUeNiNiNhAs…

As joaninhas são agradáveis e lindos insetos… Elas são pequeninas mas muito úteis nas lavouras.

A maior arma de defesa delas é ficar em silêncio, bem quietinhas para que seus predadores não percebam sua presença.

As joaninhas vermelhas com sete pontinhos pretos,  são as mais fáceis de serem encontradas. E seu vermelho vibrante nos convida a sorrir e querer guardá-las com a gente!   

(:|:)

17 de março de 2009 Posted by | Geral | , , , , , , | Deixe um comentário